2º Congresso

História Pública em Portugal

Usos do passado no 50º aniversário da Revolução dos Cravos

6 e 7 de junho no museu do aljube

(atualizado em 16/5/2024; 21/05/2024)

Em 2024, celebramos o 50º aniversário da revolução portuguesa, que pôs fim à mais longa ditadura e império colonial europeu. O passado ditatorial e colonial, e o processo revolucionário, assumem um lugar de destaque na investigação académica, mas também no debate público em Portugal, uma vez que a criação, preservação e reconstrução da memória das experiências autoritárias, bem como os processos de resistência e rutura, continuam a moldar a compreensão do presente. O objetivo deste congresso é analisar a evolução dos usos do passado desde 1974, destacando o que está escondido e descoberto na esfera pública.

O congresso realizar-se-á em Museu do Aljube - Resistência e Liberdade, em Lisboa, e todos são bem-vindos. Pedimos apenas que se registe utilizando este pequeno forma.

Consulte o programa completo (em português) ou o seu versão de bolso, também disponível em formato flipbook.

Se não puder ir ao museu ou a Lisboa, consulte a nossa transmissão em linha.

 

PROGRAMA (resumido)

6 de junho (quinta-feira)

10 - 11:15 h Museus e lugares de memória I | Moderação: Marta Prista

11:45 - 13:00 Museus e lugares de memória II | Moderação: Sónia Vespeira de Almeida

14:30 - 16:00 In|visibilidades do passado revolucionário | Moderação: Rita Rato

4:30 - 5:45 | Educação formal e não formal | Moderação: Joana Miguel Almeida

7 de junho (sexta-feira)

10 - 11 horas Espaço público e espectáculos artísticos | Moderação: Cristina Pratas Cruzeiro

meio-dia - 13h30 | Re|Visibilidade do passado revolucionário | Moderação: Fátima Moura Ferreira

15:00 - 16:45 Discurso, dissidência e representação Moderação: Patrícia Martins

Comité de Coordenação

Cristina Pratas Cruzeiro (IHA – NOVA FCSH)
Joana Dias Pereira (IHC – NOVA FCSH)
Joana Miguel Almeida (CRIA – NOVA FCSH)
Maria Fátima Ferreira (Lab2PT – UMinho)
Marta Prista (CRIA – NOVA FCSH)
Patrícia Roque Martins (IHA – NOVA FCSH)
Sónia Vespeira de Almeida (CRIA – NOVA FCSH)

Contacto

Organização

CHAMADA PARA PROPOSTAS

O objetivo é reunir contributos que permitam identificar e compreender diferentes formas de memorialização, inscrição e ocultação de memórias da ditadura, da resistência, da (des)colonização e do processo revolucionário, procurando dar conta das narrativas e práticas, consensos, dissensos e silêncios que se manifestam na esfera pública e a sua evolução nos últimos 50 anos.

São bem-vindas propostas de comunicação relacionadas com:

  • Memórias difíceis e contraditórias
  • (In)visibilização da rutura revolucionária
  • (Des)obscurecimento e reparação colonial
  • Museus e “lugares de memória”
  • Educação formal e não formal
  • Arte pública e performatividades artísticas
  • Discursos oficiais e clandestinos
  • Visibilidade e turismo

 

Prazo para apresentação de propostas: 30 de março de 2024

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