Em 2024, celebramos o 50º aniversário da revolução portuguesa, que pôs fim à mais longa ditadura e império colonial europeu. O passado ditatorial e colonial, e o processo revolucionário, assumem um lugar de destaque na investigação académica, mas também no debate público em Portugal, uma vez que a criação, preservação e reconstrução da memória das experiências autoritárias, bem como os processos de resistência e rutura, continuam a moldar a compreensão do presente. O objetivo deste congresso é analisar a evolução dos usos do passado desde 1974, destacando o que está escondido e descoberto na esfera pública.
O congresso realizar-se-á em Museu do Aljube - Resistência e Liberdade, em Lisboa, e todos são bem-vindos. Pedimos apenas que se registe utilizando este pequeno forma.
Consulte o programa completo (em português) ou o seu versão de bolso, também disponível em formato flipbook.
Se não puder ir ao museu ou a Lisboa, consulte a nossa transmissão em linha.
PROGRAMA (resumido)
6 de junho (quinta-feira)
10 - 11:15 h Museus e lugares de memória I | Moderação: Marta Prista
11:45 - 13:00 Museus e lugares de memória II | Moderação: Sónia Vespeira de Almeida
14:30 - 16:00 In|visibilidades do passado revolucionário | Moderação: Rita Rato
4:30 - 5:45 | Educação formal e não formal | Moderação: Joana Miguel Almeida
7 de junho (sexta-feira)
10 - 11 horas Espaço público e espectáculos artísticos | Moderação: Cristina Pratas Cruzeiro
meio-dia - 13h30 | Re|Visibilidade do passado revolucionário | Moderação: Fátima Moura Ferreira
15:00 - 16:45 Discurso, dissidência e representação Moderação: Patrícia Martins
Cristina Pratas Cruzeiro (IHA – NOVA FCSH)
Joana Dias Pereira (IHC – NOVA FCSH)
Joana Miguel Almeida (CRIA – NOVA FCSH)
Maria Fátima Ferreira (Lab2PT – UMinho)
Marta Prista (CRIA – NOVA FCSH)
Patrícia Roque Martins (IHA – NOVA FCSH)
Sónia Vespeira de Almeida (CRIA – NOVA FCSH)
CHAMADA PARA PROPOSTAS
O objetivo é reunir contributos que permitam identificar e compreender diferentes formas de memorialização, inscrição e ocultação de memórias da ditadura, da resistência, da (des)colonização e do processo revolucionário, procurando dar conta das narrativas e práticas, consensos, dissensos e silêncios que se manifestam na esfera pública e a sua evolução nos últimos 50 anos.
São bem-vindas propostas de comunicação relacionadas com:
Prazo para apresentação de propostas: 30 de março de 2024
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