Reitoria da UMinho no centro de Braga © Universidade do Minho
No dia 22 de janeiro, pelas 17 horas, a Reitoria da Universidade do Minho, em Braga, acolhe um encontro organizado pelo IN2PAST – Laboratório Associado para a Investigação e Inovação em Património, Artes, Sustentabilidade e Território, no âmbito do seu 5.º Encontro Nacional de Investigadores/as, com o objetivo de promover um contacto mais próximo com a sociedade, nomeadamente com instituições regionais e nacionais de referência nos domínios do Património, das Artes, da Cultura, do Território e da Sustentabilidade, públicas e privadas, e com vista ao estabelecimento de futuras parcerias para projetos científicos e consultorias.
Com a presença da vice-reitora para a Cultura e Território, Joana Aguiar e Silva, e do vice-reitor para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira, nesta sessão pública, mais do que apresentar o IN2PAST, pretende-se ouvir os representantes das instituições sobre as suas necessidades específicas, de forma a mobilizar parcerias na interação entre técnicos e investigadores.
Representantes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR Norte),
do Centro de Investigación Interuniversitario das Paisaxes Atlánticas Culturais (CISPAC), do Consello da Cultura Galega e do Instituto de Ciencias del Patrimonio – Incipit-CSIC já confirmaram a sua presença, bem como representantes locais de comunidades intermunicipais e municipais, diretores e técnicos de arquivos, bibliotecas, museus e outras instituições públicas e privadas.
A decorrer na Sala dos Arcos da Reitoria (Largo do Paço, 4704-553 Braga), o encontro conta com a participação do presidente da Direção do IN2PAST, António Candeias, da vice-presidente Fátima Moura Ferreira, dos coordenadores e coordenadoras das cinco linhas temáticasdo laboratório associado e doutros investigadores/as que participam no 5.º Encontro Nacional. O 5.º Encontro Nacional de Investigadores/as do IN2PAST termina no sábado, 25 de janeiro, com a 3.ª Saída de Campo do IN2PAST, que terá lugar na aldeia do Extremo, Arcos de Valdevez, um laboratório vivo onde investigadores e a comunidade local se reúnem há sete anos para estudar a paisagem e promover a sustentabilidade do património desta zona.