O que sabemos sobre a magnitude do impacto dos sismos no património? Como é que as comunidades se mobilizaram e reagiram? Houve tanta destruição como a descrita, ou o património é mais resistente do que imaginamos? O que é que aprendemos com o nosso passado?
Investigadores e outros agentes da área do património reúnem-se amanhã, 11 de abril, na Casa dos Bicos (Fundação José Saramago), em Lisboa, para tentar responder a estas questões, num dia dedicado às consequências dos terramotos para o património histórico de Lisboa, organizado pelo Património Cultural, I.P. e pelo Museu de Lisboa (EGEAC), sobre o tema proposto pelo Icomos para o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2025, celebrado a 18 de abril, "Património resiliente face a catástrofes e conflitos".
O investigador do Lab2PT – Universidade do Minho / IN2PAST Mário Farelo centrar-se-á nos terramotos na Lisboa medieval (evidências documentais e impactos patrimoniais), enquanto os investigadores do IHA – NOVA FCSH / IN2PAST Carla Varela Fernandes, Paulo Almeida Fernandes e Pedro Flor abordarão o impacto do terramoto de 1755 na Sé de Lisboa, o esquecido terramoto de 1531 na capital, e a salvaguarda do património móvel da Época Moderna.
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